quarta-feira, 20 de março de 2013

Em entrevista às Páginas Amarelas da Veja, Marco Feliciano diz que gays “têm vez e voz” e que nas eleições de 2014 “a conversa com o PT será diferente”

Em entrevista às Páginas Amarelas da Veja, Marco Feliciano diz que gays “têm vez e voz” e que nas eleições de 2014 “a conversa com o PT será diferente”

Neste último final de semana, o pastor Marco Feliciano, deputado federal pelo PSC-SP e presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados foi o personagem entrevistado pela seção Páginas Amarelas, da revista Veja.

A repercussão da entrevista gerou novas críticas ao pastor, que reafirmou sua postura contrária à prática homossexual e explicou a polêmica em torno de sua frase que menciona uma maldição de Noé para um de seus descendentes, que teria ido habitar o continente africano.
No site Brasil 247, um editorial comentando algumas das principais respostas do pastor critica a postura adotada por Feliciano e questiona sua capacidade para exercer o mandato parlamentar.
“O pastor e deputado Marco Feliciano (PSC/SP) reúne míseras qualificações para ser parlamentar. E muito menos para presidir a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados. Apesar disso, nesta semana, ele foi premiado com as páginas amarelas da revista Veja, onde vomitou atrocidades”, diz o texto.
Em sua entrevista, Marco Feliciano afirma que “não disse que os africanos são todos amaldiçoados. Até porque o continente africano é grande demais. Não tem só negros. A África do Sul tem brancos. Minha mãe é negra. Se eu fosse estudar, teria direito a cotas. Olha meu cabelo como é. É todo crespo. E olha que eu dei uma esticadinha. Faço escova progressiva todo mês. Eu gosto dele liso”.
Considerando as ideias do pastor como “extravagantes”, o site ainda comenta a posição adotada por Feliciano em relação à decisão de não apoiar a presidente Dilma Rousseff nas próximas eleições, e diz que o espaço na revista foi motivado por isso: “Um espaço nobre da publicação dedicado ao deputado talvez decorra de sua sinalização política para 2014. ‘Em 2010, eu fiz a campanha pela presidente Dilma; em 2014, a conversa vai ser diferente’”, cita o texto do site 247.
Feliciano disse que aprendeu como o PT trabalha e a facilidade que o partido tem para mudar de posição, e revelou certo arrependimento de ter ido contra a indicação do PSC em 2010. Na ocasião, seu partido apoiava José Serra (PSDB) para a presidência, e Feliciano fez campanha isoladamente para a presidente Dilma Rousseff.
“Mas eles me esperem em 2014. Eu fiz campanha pela presidente Dilma em São Paulo, sozinho, pelo meu partido. O partido estava com José Serra. Eu descobri como eles traem com facilidade. Hoje eu sofro caladinho, mas represento uma comunidade muito grande. Quando eles estavam desesperados, vieram correndo, implorando, até mim. Em 2014, a conversa vai ser muito diferente”, avisou Feliciano.
Marco Feliciano voltou a falar sobre seu ponto de vista a respeito do que são as camadas mais desfavorecidas da sociedade: “Os gays não se encaixam em minorias. Eles têm os melhores empregos, estão em toda parte cultural do país, têm financiamento de fundações estrangeiras. Eles têm vez. Eles têm voz. Tudo o que eles fazem a mídia divulga. Eu citaria como camadas desprotegidas os matutos que moram nos sertões e são escravizados por senhores feudais, as meninas que são violentadas no Norte e Nordeste, os moradores de rua que não tem prato de comida”, afirmou o pastor.
Embora tenha se esforçado para mudar o foco das questões que o envolvem, Feliciano ainda tem sido alvo de ações que recorrem das polêmicas declarações que foram repercutidas de forma ampla pela mídia.
Segundo o G1, a Câmara de Vereadores de Fortaleza aprovou na última quarta-feira, 13 de março, uma ação de repúdio à eleição de Feliciano como presidente da CDHM. Embora os vereadores do PSC tenham se oposto à ação, os vereadores do PT e PSOL conseguiram aprovar a medida.
 Por Tiago Chagas
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segunda-feira, 18 de março de 2013

As últimas informações sobre cristãos perseguidos no Mali



As últimas informações sobre cristãos perseguidos no Mali
Mali está na 7ª posição da Classificação de países por perseguição

Muita coisa aconteceu no Mali desde o ano passado. A World Watch Monitor, agência internacional da Portas Abertas,  descreveu a atual situação do país no artigo que você lê a seguir. A libertação das principais cidades do norte criou uma grande sensação de alívio, mas a tarefa de reconstrução é enorme.

Um mês após a ofensiva francesa, tropas malianas e africanas recuperaram o controle das principais cidades do Norte do Mali, anteriormente ocupadas por grupos armados islâmicos. A operação liderada pela França começou em 11 de janeiro, após a tentativa de militantes islâmicos avançarem para o sul.

"Criou-se um grande tumulto entre a população do Mali quando percebemos, com desânimo, o progresso dos islamistas para o sul. Em breve, eles nos alcançariam e tomariam o poder.", disse Mohamed Ibrahim Yattara, líder da Igreja em Bamako, à World Watch Monitor.

Há um ano, Yattara e sua família fugiram de Timbuktu para a capital Bamako. Como ele, milhares de malianos buscaram refúgio ao sul do Mali, ou em países vizinhos como Níger, Burkina Faso e Mauritânia.

"Para nós, que deixamos nossas casas e nossas cidades nos últimos meses, a vitória dos islâmicos sobre as forças armadas tem despertado lembranças dolorosas. Nossas mentes ainda carregam muito fortemente as memórias de quando fomos atacados e vimos nossos lares serem invadidos e destruídos", disse ele.

Por quase um ano, os radicais impuseram uma estrita lei islâmica nas regiões sob seu controle. Intimidação, ameaças e mutilação tornaram-se prática comum. Outras religiões foram terminantemente proibidas e locais de culto e Igrejas foram profanados e saqueados.

"Tudo o que vivemos, de repente desapareceu e transformou-se em um sonho quando recebemos, com grande alegria, a intervenção do exército francês. O que era comumente chamado de ‘a crise no Mali’ aparentemente teria uma solução rápida", disse Yattara, que também era chefe de um instituto de treinamento bíblico, em Timbuktu.

Apesar de recuperar a sua liberdade, o povo do Mali enfrenta novos desafios, criados pela tomada de poder por parte dos islâmicos. Nove meses de ocupação deixaram o norte do país em grande necessidade de reconstrução. Muitos edifícios públicos foram destruídos, incluindo escolas, postos de saúde, monumentos antigos, hotéis e restaurantes.

Grupos de direitos humanos acusaram o Exército de atacar civis. Em um relatório publicado em 1º de fevereiro desse ano, a organização Human Rights Watch afirma que o governo maliano classifica árabes de pele clara e tuaregues como grupos associados aos rebeldes. Autoridades do Mali negaram as acusações e relataram publicamente sua posição contra ataques de vingança.

O Mali está na 7ª posição da Classificação de países por perseguição (WWL) 2013, um ranking dos 50 países onde a perseguição aos cristãos é mais severa. A lista é publicada anualmente pela Portas Abertas Internacional.


Fonte: Portas Abertas
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Barueri recebe Treinamento para Evangelização com Literatura



Barueri recebe Treinamento para Evangelização com Literatura
Evento promovido pela SBB acontece no dia 27 de abril

No dia 27 de abril, a Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) promove, em Barueri (SP), a primeira edição de 2013 do Treinamento para Evangelização com Literatura, encontro criado a fim de capacitar e incentivar cristãos de todo o País a espalhar a mensagem bíblica entre a população brasileira. O evento ocorrerá, às 8 horas, na Igreja Assembleia de Deus – Ministério Independência com Cristo.
 
Com inscrições gratuitas, o encontro é aberto aos sócios evangelizadores já cadastrados e ao público interessado em conhecer melhor os objetivos do programa Sócio Evangelizador da SBB, que está em funcionamento há mais de 30 anos.
 
Garanta sua vaga, fazendo sua inscrição pelos telefones 0800-727-8888, (11) 3474-5845, (11) 4201-4950 e (11) 7739-4957. É possível fazer a confirmação pelo e-mail contato@independenciacomcristo.com.
 
Programação:
8h00 Recepção aos convidados
8h15 Café da manhã
9h00 Boas-vindas, leitura bíblica e louvor
9h25 Apresentação do vídeo institucional da SBB
9h30 Palestra: “A pessoa e a atitude de um evangelista”
10h45 Apresentação do programa Sócio Evangelizador
11h30 Encerramento
 
Treinamento para Evangelização com Literatura em Barueri (SP)
Data: 27 de abril de 2013
Horário: 8 às 11h30
Local: Igreja Assembleia de Deus – Ministério Independência com Cristo
Endereço: Rua Vera, 58 – Parque dos Camargos – Barueri (SP)
Confirmação de presença: 0800-727-8888, (11) 3474-5845, (11) 4201-4950 e (11) 7739-4957 ou pelo e-mail contato@independenciacomcristo.com.
Inscrições gratuitas

Fonte: SBB

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Cristianismo Primitivo: uma viagem pela antiga Jerusalém



Cristianismo Primitivo: uma viagem pela antiga Jerusalém Exposição vai até o dia 27 de março, no Rio de Janeiro

Uma parceria entre o Centro Cultural UNISUAM – CCULT, o curso de História da UNISUAM e o Centro Cultural Jerusalém, apresenta a exposição “Cristianismo Primitivo”, de 18 a 27 de março, no CCULT, no Rio de Janeiro.

Através de uma abordagem histórica, a exposição permite ao seu visitante conhecer mais sobre as épocas iniciais da igreja primitiva, a história dos doze discípulos de Jesus, os principais acontecimentos e datas que marcaram o cristianismo primitivo e, além disso, também serão apresentadas réplicas de objetos que eram utilizados pelo povo judeu, tais como cerâmicas, lamparinas à óleo, vestimentas, entre outros.

É uma oportunidade de aprender mais sobre as principais ideologias e costumes que marcaram a cidade de Jerusalém do século I d.C e que tiveram grande influência, até os dias atuais, no Ocidente.

O CCULT funciona de segunda a sexta, das 8h30 às 21h.

Mais informações, clique aqui.

Fonte: Unisuam News
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quarta-feira, 13 de março de 2013

Barack Obama fará visita ao local de nascimento de Jesus, em Belém, na próxima semana

Barack Obama fará visita ao local de nascimento de Jesus, em Belém, na próxima semanaO presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, visitará na próxima semana, a cidade de Belém e região, e irá à Igreja da Natividade, que segundo a tradição cristã teria sido o local do nascimento de Jesus.
A Casa Branca comunicou à Autoridade Palestina que Obama viajará à Cisjordânia, território que atualmente é ocupado por Israel e que abrange a cidade de Belém. A viagem está agendada para o próximo dia 20 de março, e deverá durar três dias.
A viagem de Barack Obama incluirá negociações de paz com políticos de Israel em Jerusalém, visando conter a instabilidade na região. A mesma atitude será tomada com os palestinos, numa visita do presidente à cidade de Ramallah, onde está situada a sede da Autoridade Palestina, de acordo com informações da agência Lusa.
A Igreja da Natividade é considerada patrimônio cultural da humanidade pela Unesco, órgão da ONU para educação, ciência e cultura. Atualmente, o templo precisa de reparos, porém as verbas oferecidas por Israel e Estados Unidos foram cortadas, devido a discordâncias no critério que definiu a escolha da igreja.
As verbas oferecidas pelos Estados Unidos à Unesco representavam aproximadamente 20% do orçamento da entidade.
Por Tiago Chagas

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Conheça os primeiros atos e o que o pastor Marco Feliciano pode fazer como presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara


Conheça os primeiros atos e o que o pastor Marco Feliciano pode fazer como presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da CâmaraNa primeira sessão da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) com o deputado federal Marco Feliciano na presidência, os temas que foram marcados como pauta são questões que estavam paralisadas.
A reunião, agendada para hoje, às 14h00, teve sua pauta divulgada na última segunda-feira, 11 de março, e tratará de projetos de leis ligados à comunidade LGBT, como o plebiscito proposto pelo deputado federal André Zacharow (PMDB) que propõe que os cidadãos escolham entre sim ou não para a pergunta “Você é a favor ou contra a união civil de pessoas do mesmo sexo?”. O plebiscito seria realizado nas próximas eleições presidenciais, em 2014.
O segundo projeto ligado ao assunto é a proposta do deputado federal Eduardo Cunha (PMDB), que prevê a criminalização da discriminação contra heterossexuais, de acordo com informações do site Mix Brasil.
Ontem, 12 de março, Feliciano definiu a retirada da pauta de projetos polêmicos remanescentes de 2012. “É uma pauta antiga que não tinha conhecimento. Vamos discutir a pauta amanhã”, justificou o deputado.
Segundo a Folha de S. Paulo, entre os projetos retirados da pauta, estavam a proposta do senador Paulo Paim (PT), e que vinha sendo analisada pela CDHM da Câmara. O texto propõe maior objetividade na definição dos crimes de “discriminação e preconceito de raça, cor, etnia, religião ou origem”, e está tramitando desde 2005 no Congresso Nacional. O projeto tem relatoria da deputada Erika Kokay (PT), uma das contrárias à indicação do pastor Marco Feliciano para a presidência da CDHM.
Outros requerimentos foram inseridos na pauta da Comissão, e entre eles, pedidos de realização de audiências públicas para debater a situação de moradores de rua, violência e exploração sexual de crianças e inclusão no mercado de trabalho.
A coluna do jornalista Felipe Patury, no site da revista Época, divulgou a informação de que Marco Feliciano passou a circular com escolta de seguranças dentro da Câmara dos Deputados. Os escolhidos para a função, segundo o jornalista, foram “três dos mais experientes seguranças da Casa”.
Por Tiago Chagas,
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segunda-feira, 11 de março de 2013

Universidade Presbiteriana Mackenzie recebe Jean Wyllys para debate sobre agenda gay, e se torna alvo de críticas

 

Universidade Presbiteriana Mackenzie recebe Jean Wyllys para debate sobre agenda gay, e se torna alvo de críticas

No dia 28 de fevereiro de 2013, a Universidade Presbiteriana Mackenzie recebeu no Centro Acadêmico João Mendes um debate intitulado “Diversidade Sexual e Liberdade Religiosa: Um casamento possível?”, os convidados para o debate foram o deputado federal e ativista gay Jean Wyllys (PSOL-RJ), e o diretor honorário da Associação Nacional de Juristas Evangélicos (ANAJURE) e Procurador Regional da República, Dr. Guilherme Schelb.
A presença de Jean Wyllys, notório crítico da visão cristã sobre o homossexualismo, em um debate promovido por uma universidade regida por uma igreja evangélica, gerou uma série de críticas contra a instituição de ensino, que tem como chanceler o reverendo presbiteriano Augustus Nicodemus Lopes.
De acordo com nota da ANAJURE, o evento foi marcado por um clima de hostilidade contra Schelb, que chegou a ser vaiado por várias vezes ao expor a visão cristã como contraponto às ideias defendidas por Wyllys.
- Apesar do jurista, que atua no Ministério Público Federal e é um dos Procuradores da República mais respeitados do país, ter sido aberto ao debate equilibrado de ideias, enfrentou franca oposição, não só de argumentos, mas também de vaias em alguns momentos. – ressaltou a Associação, que explicou que durante as discussões, “o Dr. Schelb abordou aspectos jurídicos a respeito da criminalização de opiniões e manifestações de pensamentos contrários ao movimento gay, questões contempladas pelo PLC 122/2006, mostrando cabalmente o aspecto inconstitucional e autoritário da proposição”.
O ativista Julio Severo teceu fortes críticas à Universidade, e ao ser chanceler, afirmando que a instituição poderia ter vetado a presença do ativista gay no evento que, segundo ele, acabou servindo como “espaço de publicidade gratuita para Wyllys”.
- Se tivesse vetado, poderia pelo menos ter poupado o representante da ANAJURE das vaias e hostilidade que sofreu. Dá para imaginar um jurista evangélico ser humilhado diante de um supremacista gay dentro de uma universidade evangélica? É um quadro apocalíptico, e aconteceu no Mackenzie. – escreveu Severo, que criticou também o fato de Wyllys ter sido descrito nos documentos do evento na Universidade como um militante que atua no combate a “fundamentalistas religiosos”, o que seria uma clara alusão aos contates ataques do deputado às igrejas evangélicas.
Apesar de documentos sobre o debate afirmaram e que a presença de Wyllys foi promovida em parceria com a chancelaria da universidade, o chancelar Augusuts Nicodemus publicou uma nota em sua página no Facebook afirmando que a mesma só tomou conhecimento da presença do deputado em cima da hora, e como resposta só restou convidar o jurista evangélico como forma de oferecer um contraponto ao ativista gay, e “minimizar os efeitos” da sua presença.
- Infelizmente numa universidade do porte do Mackenzie diretórios estudantis realizam eventos se valendo da autonomia universitária dos quais só tomamos conhecimento em cima da hora, como foi o caso, só nos restando achar uma pessoa para fazer o contraponto, para tentar ao menos minimizar os efeitos. Lamento profundamente tudo isto ocorrido em nosso quintal e em nossas costas. O evento não foi promovido pelo Mackenzie, sua reitoria ou chancelaria – jamais. Fomos pegos de surpresa. É uma pena que pessoas que se dizem cristãs alardeiam fatos e os distorcem sem qualquer conhecimento de causa. – escreveu Nicodemus.
O debate foi criticado também pelo blogueiro e colunista do Gospel+ Paulo Teixeira, que classificou o evento como “Uma Vergonha”, e ressaltou o fato do procurador que representava a ANAJURE ter sido hostilizado na universidade.
Teixeira disse ainda que a presença do ativista gay na Universidade Presbiteriana Mackenzie fere os princípios cristão defendidos pela instituição em sua Carta de Princípios, que diz:
- O cristianismo reconhece que não é possível a existência de uma sociedade que seja completamente isenta da corrupção. A nossa esperança é o mundo vindouro, escatológico, a ser inaugurado com o retorno de Jesus Cristo, quando as causas da corrupção serão removidas para sempre. O que não significa que não devamos, com todas as nossas forças, lutar para que os valores do Reino de Deus sejam implantados aqui neste mundo, por meio de uma boa educação integral, que contemple não somente a formação intelectual e profissional, como também a formação de cidadãos éticos e compromissados com os valores morais que servem de base para famílias e sociedades sólidas e justas.
Apesar do clima de hostilidade que afirma ter sido enfrentado por ser representante, a associação Nacional de Juristas Evangélicos declarou estar sempre aberta a participar de debates desse gênero, sem impor de maneira autoritária sua visão sobre nenhum assunto.
- A posição da ANAJURE, neste sentido, é a de sempre participar das esferas acadêmica, pública e comum, de modo a deixar clara qual a posição cristã, sem que isso signifique a imposição autoritária da nossa cosmovisão, como é o caso de certos segmentos e movimentos sociais – afirmou em nota a associação que disse ainda que “é preciso lembrar que uma das características da universidade, desde a idade média, é a possibilidade de se discutir todos os temas sociais”.
Por Dan Martins

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Sociedade Brasileira de Genética apóia críticas do biólogo Eli Vieira ao pastor Silas Malafaia


Sociedade Brasileira de Genética apóia críticas do biólogo Eli Vieira ao pastor Silas Malafaia 

 

A Sociedade Brasileira de Genética (SBG), publicou recentemente uma nota na qual endossa as críticas do biólogo Eli Vieira ao pastor Silas Malafaia na polêmica a respeito da influência da genética na orientação sexual de uma pessoa.
Em seu texto a SBG reafirma a opinião exposta pelo biólogo de que a “orientação sexual humana é uma característica multifatorial, influenciada tanto pelos genes como também pelo ambiente”. Outro ponto destacado na nota é o de que nem o fator genético nem o comportamental tem efeito determinante por si só para definir essa faceta do comportamento humano, descrito na nota como o “resultado de uma interação complexa entre genes e ambiente”.
- Alegar que a genética nada tem a contribuir na compreensão da origem deste comportamento é ignorar meio século de avanços na nossa área. – ressalta a SBG, que encerra declarando ser verdadeiramente importante “que as pessoas não sejam julgadas pela sua orientação sexual ou identidade de gênero, mas apenas pela firmeza de seu caráter”.
Leia a nota na íntegra:
7 de março de 2013
A Sociedade Brasileira de Genética endossa as informações fornecidas pelo biólogo Eli Vieira em resposta ao pastor e psicólogo Silas Malafaia acerca das bases genéticas da orientação sexual.
A orientação sexual humana é uma característica multifatorial, influenciada tanto pelos genes como também pelo ambiente. Há fortes evidências de que o substrato neurobiológico para a orientação sexual já está presente nos primeiros anos de vida. Não há evidência de nenhuma variável ambiental controlável capaz de modificar de maneira permanente a orientação sexual de um indivíduo. Assim, essa faceta do comportamento humano é resultado de uma interação complexa entre genes e ambiente, em que nenhum dos dois tem efeito determinante por si só. Alegar que a genética nada tem a contribuir na compreensão da origem deste comportamento é ignorar meio século de avanços na nossa área.
Entendemos, também, que os fatos acerca dessa questão são desvinculados do debate ético sobre os direitos das pessoas que manifestam orientações sexuais e identidades de gênero.
No entanto, neste momento histórico em que o físico Stephen Hawking faz campanha para que o governo britânico se retrate pelos males que causou a Alan Turing, homossexual e pai do computador, expressamos que nós, como cientistas, desejamos um mundo mais igualitário, em que as pessoas não sejam julgadas pela sua orientação sexual ou identidade de gênero, mas apenas pela firmeza de seu caráter. Um mundo assim é um mundo mais receptivo ao pensamento científico, que se constrói de forma humilde e tentativa, em vez de dogmática e impositiva.
Porém, em seu site, Silas Malafaia afirma que a nota da SBG na verdade foi um “tiro que saiu pela culatra”, e no fim endossa suas opiniões sobre o tema. Destacando o trecho do texto que diz que o “comportamento humano é resultado de uma interação complexa entre genes e ambiente, em que nenhum dos dois tem efeito determinante por si só”, Malafaia defende que essa afirmação “não comprova absolutamente nada, cientificamente falando”.
O pastor diz ainda que “fortes evidências na ciência não indicam a verdade científica”. E que “o instrumento da verdade científica é o experimento, a observação”. Malafaia diz ainda que “o documento da SBG não tem a ver com genética, e sim com filosofia e direitos humanos” e que “quem escreveu este documento está legislando em causa própria”.
Por Dan Martins, 
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Petições no Avaaz tentam destituir Marco Feliciano da presidência da Comissão de Direitos Humanos

Petições no Avaaz tentam destituir Marco Feliciano da presidência da Comissão de Direitos Humanos
A eleição do deputado e pastor Marco Feliciano (PSC-SP) à presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minoria da Câmara dos Deputados continua causando polêmica e manifestações de repúdio. Além das diversas manifestações diretas contra o pastor, que chegou a ser chamado de monstro pela apresentadora Xuxa, foi criada também uma petição online contra sua presença na comissão.

Na última quarta feira (06), foi criada na comunidade Avaaz, uma petição pedindo o afastamento do pastor da comissão, afirmando como motivo para o pedido que o pastor seria um homem preconceituoso. Até o fechamento dessa matéria, a petição contava com 94 mil apoiadores, e tem como meta conseguir 1 milhão de assinaturas.
- O preconceituoso deputado não pode assumir uma comissão que visa acabar com preconceitos! Não são desconhecidas as posições e as posturas do pastor. Ele afirmou que AIDS é câncer gay, que os africanos foram amaldiçoados. A candidatura apresenta pelo PSC fere o regimento [sic] interno da camara [sic] dos deputados! – descreve a petição, que aparece ao lado de outra criada no mesmo site no dia 28 de fevereiro, data em que o pastor havia sido indicado ao cargo. Mesmo sem a confirmação de Feliciano como presidente da comissão nessa data, já havia sido criada uma petição para “Imediata destituição do Pr. Marco Feliciano da Presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Federal”, mobilização que conta atualmente com 276 mil assinaturas, e tem por objetivo alcançar 500 mil apoiadores.
- Se já não bastasse a eleição de Renan Calheiros para presidente do Senado, um deputado conhecido por opiniões racistas e homofóbicas assumiu a liderança da Comissão de Direitos Humanos e Minorias na Câmara dos Deputados. É um absurdo! Mas se aumentarmos a pressão, poderemos impedir este insulto! – diz o texto da petição.
A petição contra Feliciano é apoiada diretamente pelo polêmico líder do Avaaz no Brasil, Pedro Abramovay, que afirmou em nota que Feliciano é “conhecido por comentários racistas e homofóbicos”, e “foi eleito presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara (CDHM), à portas fechadas”.
Afirmando que Marco Feliciano não tem “perfil de alguém que deve liderar uma comissão que luta por justiça e igualdade de minorias”, Abramovay convoca apoiadores para o abaixo assinado online, e afirma que “a indignação pública está se espalhando em todo o país”.
Pedro Abramovay encerra sua nota comparando a petição contra Feliciano à mobilização nacional pelo “Ficha Limpa”, e afirma que tal ato faz parte de um suposto movimento que teria por objetivo “limpar nossa política e fazer do Brasil um país mais justo e igualitário”.
Por Dan Martins,
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Vídeo – Jean Wyllys critica pastor Silas Malafaia e sua posição contra a homossexualidade no Pânico na Band: “Desonesto intelectualmente”. Assista na íntegra



Vídeo – Jean Wyllys critica pastor Silas Malafaia e sua posição contra a homossexualidade no Pânico na Band: “Desonesto intelectualmente”. Assista na íntegra


Após uma semana inteira sob holofotes devido suas críticas à eleição de Marco Feliciano (PSC-SP) para a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados, o deputado federal Jean Wyllys voltou suas baterias ao pastor Silas Malafaia.
Wyllys fez críticas às declarações de Malafaia durante a entrevista dele ao programa Pânico na Band, na última semana.
Sobre o fato de Malafaia afirmar que tem o direito de criticar a prática homossexual e que isso não se caracteriza julgamento, Wyllys disse: “É um direito dele. Ele tem razão quando ele diz que tem esse direito. Ele tem o direito de dizer isso no púlpito da igreja dele. Quando o pastor Silas Malafaia injuria a comunidade homossexual, aí ele tem que ser acionado mesmo pelo Ministério Público. E para o público que ele fala, as pessoas que acatam o que ele diz como verdade, compra esse tipo de discurso do pastor Silas Malafaia”, comentou.
Jean Wyllys afirmou ainda que se a homossexualidade é tida como pecado pelos cristãos, é preciso cuidado com a interpretação do que a Bíblia fala e com a dimensão que a pregação pode tomar.
“A prática homossexual é pecado à luz da Bíblia. Ok. Diz que um homem se deitar com outro como se mulher fosse é abominação. Só que a gente precisa entender que o Levítico, que é um código de ética do povo judeu de três mil anos atrás. Então o problema não é com os pastores, nem com os cristãos, mas com os fundamentalistas, aquelas pessoas que leem a Bíblia e não interpretam, tomam ao pé da letra. No livro do Levítico, por exemplo, diz que você não pode comer frutos do mar, que você está atentando contra Deus. E quem é que hoje não come uma empada de camarão?”, questionou o deputado federal pelo Psol-RJ.
Os ataques ao líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo começaram com severas críticas à capacidade do pastor de debater certos assuntos: “Silas Malafaia blefa muito, gosta de vencer no grito. Silas Malafaia tem uma formação precária de psicólogo. Se você pesquisar onde tem todos os currículos de todos os pesquisadores científicos do país, onde eu estou já que eu tenho um mestrado, você não encontra referência do pastor Silas Malafaia”, disse.
Em sua entrevista a Sabrina Sato na semana anterior, Malafaia afirmou que os gays que desejam receber ajuda para modificar sua condição devem recebê-la, e que as igrejas evangélicas oferecem ajuda espiritual a quem busca. Wyllys rebateu a fala do pastor dizendo que “homossexualidade não é doença, logo não pode ter cura” e ironizou: “Primeiro, eu acho estranho que o pastor Silas Malafaia fale isso não sendo gay, não é? Fica uma coisa arrogante alguém falar em nome de uma população inteira, não é? Eu sou gay, então eu posso falar em nome de todos os outros gays e lésbicas que tem nesse país. A gente tem uma sensação de que essa identidade está conosco desde que a gente se entende por gente. Não é uma opção, é um imperativo”.
Wyllys polemizou ainda mais dizendo que a pregação bíblica contra a homossexualidade pode induzir pessoas “de espírito fraco” a cometer crimes em nome da fé: “Ele quer continuar dizendo que a homossexualidade é um pecado, é uma aberração, uma abominação, e quando ele diz isso, uma pessoa sem formação, de espírito fraco, pode de fato matar um ser humano por isso, e acha que tá fazendo algo certo, porque se o gay é fruto do demônio, tenho que matar o demônio. E por isso o projeto tem que limitar a expressão pública de ódio”, afirmou, fazendo referência ao PLC 122.
O deputado e militante gay terminou suas colocações sobre o pastor Silas Malafaia no ataque: “Silas Malafaia faz um malabarismo lógico para justificar as opiniões dele. Então agora, quando ele foi acusado de fazer uma comparação infeliz entre os homossexuais e os assassinos, ele vem com a história de que os assassinos merecem o amor das pessoas. Você vê que é o malabarismo lógico de uma pessoa que é desonesta intelectualmente”, acusou.
Confira abaixo, a íntegra da entrevista de Jean Wyllys para Sabrina Sato, do programa Pânico na Band:


Por Tiago Chagas,
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sábado, 9 de março de 2013

Homenagem às mulheres da Igreja Perseguida

 


8 de março: Homenagem às mulheres da Igreja Perseguida Relembre casos de hostilidade contra cristãs em países intolerantes à religião

São seis horas da manhã e o despertador já está aos berros, ao lado da cama. Ela respira fundo, é hora de levantar. Movimenta-se na cama, dá uma bela espreguiçada, deita de barriga para cima e começa a repassar mentalmente as pendências do dia que se inicia. A rotina diária de uma mulher é, geralmente, tão dinâmica quanto à própria.

Além de todas as funções que desempenham no trabalho, na família, na sociedade em geral, as mulheres também exercem um importante papel no avanço do Reino de Deus, juntamente os demais membros do Corpo de Cristo. A Bíblia nos ensina que a mulher sábia edifica a sua casa (cf. Provérbios 14.1) e isso se aplica a todas as nações do mundo, mesmo diante das mais variadas situações.

As mulheres da Igreja Perseguida não são diferentes desse perfil. Aliás, elas acumulam em seu dia a dia, mais um desafio: enfrentam muitas dificuldades por servir a Deus e, diversas vezes, sofrem perseguição unicamente por serem cristãs. Essa condição pode resultar na perda de seus filhos ou maridos em ataques violentos, ou mesmo em intensas pressões por parte de sua própria família. Muitas são agredidas de maneira brutal e violentadas sexualmente. Elas continuam a "edificar suas casas" quando estão em luto ou vivem a dor de serem tratadas com hostilidade por conta da intolerância religiosa.

Em homenagem a essas mulheres, elencamos alguns casos para que você conheça histórias marcantes, envolva-se na oração, contribuição e divulgação da causa. Estes são apenas alguns exemplos de milhares de mulheres da Igreja Perseguida. Leia os seus testemunhos e guarde-os no coração; não deixe de apresentá-los ao Senhor. Mulheres da Igreja livre exercem papel fundamental no fortalecimento e bem estar de nossas irmãs perseguidas; elas confiam no valor de suas intercessões.

NAGHMEH – EUA/IRÃ
Naghmeh Shariat Panahi disse à Portas Abertas que a última vez que ouviu a voz de seu marido, Saeed Abedini, foi em 9 de janeiro, durante uma ligação de três minutos de duração. Abedini, de 32 anos, foi condenado por um juiz que concluiu que o seu trabalho, de estabelecer igrejas cristãs no país, ameaçava a segurança nacional iraniana. "Dói o coração saber das agressões e tortura contínuas contra Saeed. Ele é um cidadão norte-americano que está sendo pressionado a negar sua fé com a promessa de ficar livre se aceitar abandonar a sua crença em Jesus. A coisa mais importante que podemos fazer é orar", disse Naghmeh. Mais informações aqui.

ADRIANA – COLÔMBIA
Antes de mudar-se para o Abrigo da Portas Abertas na Colômbia, Adriana era uma adolescente rebelde, odiava a mãe. Ela tinha vergonha pelo fato de sua mãe ser separada do marido e ter criado os filhos sozinha. Aos 15 anos, a menina pensou seriamente, por pelo menos três vezes, sobre a possibilidade de aderir à guerrilha. Mesmo conhecendo e aprendendo sobre Deus através de sua mãe, Adriana não tinha um compromisso real com Ele. Mas, Deus tinha planos para ela. "A minha estadia no Abrigo por cinco anos, mudou minha vida e da minha família", disse Adriana à Portas Abertas, em dezembro de 2012, um ano após se formar. Quer saber o que aconteceu? Clique aqui.

ZENEIDE– BRASIL/SENEGAL
A missionária brasileira mudou-se para o Senegal anos atrás, com o intuito de trabalhar no projeto social Obadias - financiado pela Agência Presbiteriana de Missões Transculturais (APMT), que dá abrigo, comida e ensino a 17 crianças e jovens de rua, muitos deles, estudantes islâmicos que são forçados por seus professores a mendigar nas ruas. No início de novembro de 2012, o pai de um dos meninos do abrigo dirigiu-se às autoridades e fez acusações contra Zeneide e José (missionário, colega de ministério, que exercia o trabalho com Zeneide), alegando que seu filho havia se recusado a recitar uma oração muçulmana e estava exibindo comportamento cristão. Os dois ficarão presos em Dakar, capital do Senegal, até que a investigação, que determinará o futuro da sentença, seja concluída. Conheça o caso aqui.

ASIA BIBI – PAQUISTÃO

"Prefiro morrer como cristã do que sair da prisão sendo muçulmana". Perto dos 40 anos de idade, a paquistanesa Asia Bibi se tornou conhecida no mundo inteiro. Casada com Ashiq Masih, mãe de cinco filhos e empregada na fazenda de um latifundiário muçulmano, sua vida não parecia muito divergente das demais mulheres de sua região; até que um acontecimento mudou sua história para sempre: em 8 de novembro de 2010, Asia tornou-se a primeira mulher condenada à pena de morte por enforcamento pelo crime de blasfêmia. Entenda por que aqui.

DAMARIS – QUÊNIA
Ela esteve casada por apenas oito dias com o pastor Jackson Kioko. "Ele era tão sincero; tinha a mente aberta, para frente, orava muito, era um trabalhador esforçado. Tinha apenas um objetivo na vida e dizia que era o seu chamado: ganhar almas para Jesus. Estas foram as qualidades que me atraíram nele. Nós nos conhecemos na igreja", contou Damaris. "Queimaram o nosso futuro, quando queimaram Jackson. Nós nem sequer temos um corpo para enterrar", lamenta ela. "Como você é capaz de continuar?" Perguntou-lhe o colaborador da Portas Abertas. Saiba aqui.

ZÍPORA - ETIÓPIA

Em janeiro de 1998, o pastor Tesfatsion Hagos deixou seu lar para uma viagem missionária de três meses, na Eritreia. Enquanto despedia-se da família, ele não sabia que, na verdade, levaria 14 anos até que pudesse rever sua esposa Zípora e suas filhas pequenas. Em 2004, ele e outros líderes cristãos foram presos por oficiais eritreus. No mundo exterior, Zípora lutava para lidar com a dor de ter o seu marido aprisionado injustamente. Espiritualmente, ela confiava nas mãos de Deus sobre a sua vida. Foi então que algumas preocupações financeiras começaram a surgir; há vários anos, ela não conseguia determinar como iria arcar com a educação das meninas. Foi "pela graça de Deus" que ela teve a visita "milagrosa" de um colaborador da Portas Abertas, irmão Baruti, em 2007. Veja a história completa aqui.



Fonte: Portas Abertas

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Campanha ´CPAD de Portas Abertas`


Campanha ´CPAD de Portas Abertas`

Todos os produtos serão vendidos com descontos de 30% a 70% nas filiais e pelo site

A Casa Publicadora das Assembleias de Deus (CPAD) realiza neste sábado (9) , em todas as suas lojas do país, a campanha "CPAD de Portas Abertas". Nesse dia, as filiais irão vender todos os seus produtos com descontos de 30% a 70%.

Livros, Bíblias, periódicos, revistas de Escola Dominical, CDs e DVDs estarão à venda na campanha. Cada comprador poderá levar até dois itens de cada produto.

O horário de atendimento das lojas nesse dia será ampliado, para dar tempo de todos participarem. Elas estarão abertas das 8h às 20h - exceto a filial no Shopping Jardim Guadalupe, no Rio de Janeiro (RJ), que obedecerá o horário do shopping (10h às 22h).
Mas a facilidade no acesso aos produtos não para por aí! Além da participação das filiais, os clientes também poderão comprar através do 0800 021 7373, ou pelo site.
 

Florianópolis
Rua Felipe Schmidt, 752 lj 01 a 03
Centro -Florianópolis - SC
Telefax: (48)3225-3923

Curitiba
Rua Senador Xavier da Silva, 450
Centro Cívico - Curitiba - PR
Tel.: (41) 2117-7950

São Paulo
Rua Conselheiro Cotegipe, 210
Belenzinho - SP
Telefax: (11) 2198-2700

Rio de Janeiro / Vicente de Carvalho
Av. Vicente de Carvalho , 1083
Vicente de Carvalho - RJ
Tel.: (21) 2481-2101
Tel.: (21) 2481-2350

Rio de Janeiro / Shopping Jardim Guadalupe
Avenida Brasil, 22.155
Guadalupe -Rio de Janeiro - RJ
Telefones: (21) 3369-2487
(21) 3369 – 2727 / (21) 3369-2742

Niterói
Rua Aurelino Leal, 47 - loja A e B
Centro - Niterói - RJ
Tel.: (21) 2620-4318

Nova Iguaçu
Av. Governador Amaral Peixoto, 427
loja 101 e 103 - Galeria Veplan
Centro - Nova Iguaçu - RJ
Tel.: (21) 2667-4061 / Fax: (21) 2667-8163
Belo Horizonte
Rua São Paulo, 1371 - loja 23
Centro - Belo Horizonte - MG
Tel.: (31) 3224-5900

Brasília
Setor Comercial Sul - Qd-5, Bl. C
Loja 54 - Galeria Nova Ouvidor
Brasília - DF
Telefax: (61) 2107-4750
Salvador
Av. Antônio Carlos Magalhães, 4009 Loja A
Pituba - Salvador - BA
Telefax: (71) 2104-5300
Maranhão
Rua da Paz, 428 - Centro
São Luis - MA
Tel:(98)3231-6030 / 3231-6097 / 3231-6111

Recife
Av. Dantas Barreto, 1021
São José - Recife - PE
Tel.: (81) 2128-4750

Manaus
Rua Barroso, 36
Centro - Manaus - AM
Tel.: (92) 2126-6950


Redação CPADNews
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“Há uma tentativa de impor uma ditadura contra o pensamento cristão, fortalecido pelo crescimento evangélico”, diz pastor. Leia na íntegra


“Há uma tentativa de impor uma ditadura contra o pensamento cristão, fortalecido pelo crescimento evangélico”, diz pastor. Leia na íntegraEm meio às inúmeras vozes que manifestam opiniões favoráveis e contrárias sobre o episódio da indicação do pastor Marco Feliciano à presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, diversas questões foram abordadas.

O pastor Rubens Teixeira, colunista do Gospel+, publicou um artigo sobre o assunto levantando questões importantes e relativas ao tema, e que passaram despercebidas da maioria.
Para Teixeira, a mobilização contra Feliciano não foi bem sucedida, porque “ninguém conseguiu demonstrar nada que pudesse denegrir a imagem do deputado e com isso inviabilizá-lo ao cargo”.
O pastor ressalta ainda que a indicação de seu partido é um indício de que Feliciano foi indicado por razões políticas, e não religiosas: “O seu partido, embora o nome tenha a palavra cristão, é um partido plural que não representa só o seguimento evangélico ou o católico, como poderia parecer. Não parece que este partido tenha compromissos com instituições religiosas que transcendam os seus interesses naturais de busca pelo poder, como qualquer outro partido político. Evangélicos ou católicos têm em todos os partidos e os anticristãos irão atrás dos verdadeiros cristãos aonde eles estiverem”, observa.
Segundo o pastor Rubens Teixeira, a intenção da luta contra o pastor Feliciano pode ser outra: “Enquanto o número de evangélicos cresce no país e ocorre um fortalecimento do pensamento cristão, há também uma tentativa de impor uma ditadura de minoria dos que discordam desse pensamento”.
A mobilização da militância minoritária envolveu inclusive a imprensa, e o pastor destaca um dos casos: “O Jornal O Globo do dia 7 de março de 2013, dia em que estou escrevendo este artigo, publicou um vídeo em que, não o deputado, mas o pastor Marco Feliciano pede ofertas em sua igreja. A matéria tem um tom pejorativo e jocoso. Como não sou da igreja dele, não tenho nada a ver com o método que ele se utiliza para pedir ofertas. As pessoas têm o direito de fazer o que quiserem com os seus patrimônios, inclusive as daquela igreja. Se o pastor Marco Feliciano e seus membros tivessem vergonha ou achassem que estavam fazendo algo errado ao pedirem e doarem ofertas, eles não o fariam sendo filmados”, disse, desconsiderando eventuais discordâncias sobre a forma como o pedido de doações foi feito.
Teixeira frisou ainda que nesses casos, geralmente é usada artilharia pesada contra o alvo: “Quando um órgão de mídia publica um vídeo em que se pede oferta com o intuito de denegrir a imagem de um parlamentar, fiquem certos de que é o pior que foi encontrado. Como ele está fazendo isso entre um grupo de pessoas membros voluntários de uma comunidade, isso é problema deles”.
Por fim, Teixeira diz que a comunidade cristã deve permanecer lutando por seus ideais: “Os cristãos definitivamente defendem valores que julgam ser importantes para a sociedade. Valores esses que protegem, por exemplo, a vida e a família”.
Confira a íntegra do artigo “Fúria contra cristãos da Comissão de Direitos Humanos: por um bebê triturado de sobremesa”, do pastor Rubens Teixeira clicando aqui.
Por Tiago Chagas
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Pastor Silas Malafaia fala sobre aborto: “É fruto da promiscuidade e irresponsabilidade”

Pastor Silas Malafaia fala sobre aborto: “É fruto da promiscuidade e irresponsabilidade”O pastor Silas Malafaia falou essa semana sobre um dos temas mais polêmicos e controversos da atualidade. Em um texto intitulado “Por que os cristãos são contra o aborto?”, o líder da igreja Assembleia de Deus Vitoria em Cristo, discorreu sobre suas opiniões e visão bíblica sobre o tema.
O pastor defende que abortar um ser humano é, na verdade, assassinato, e afirma que a maioria dos casos abortos é fruto da promiscuidade e irresponsabilidade. Afirmando não se tratar de uma questão apenas teológica, Malafaia disse ainda que combater o aborto é “uma questão de vida humana”.
Afirmando que as únicas diferenças entre um óvulo fecundado e um bebê são “o tempo de vida, o tamanho e a forma, o desenvolvimento e o tipo de nutrição”, o pastor afirma que mesmo antes de nascer, o feto já é um ser humano.
- O zigoto tem apenas alguns dias de existência, é minúsculo e ainda não se desenvolveu o suficiente para parecer um ser humano, mas é tão humano quanto eu e você, porque possui todas as informações genéticas para crescer e desenvolver-se como tal – declara.
O pastor atacou também os defensores do abordo que afirmam que a prática é um direito da mulher, por se tratar de um procedimento executado em seu próprio corpo. Segundo Silas Malafaia, essa colocação é errada, pois o feto não é uma mera extensão do corpo da mãe.
- Para aqueles que defendem o aborto com base na alegação de que a mulher tem o direito de pôr fim à gestação de um filho indesejado porque ela é senhora do seu próprio corpo, eu gostaria de lembrar que o feto não é uma extensão da mãe. Embora precise do útero dela e tenha uma relação simbiótica com ela, o feto é um ser independente. Logo, ela não tem o direito de tirar-lhe a vida. – afirmou Malafaia.
- Além disso, nenhum ser humano tem o poder absoluto sobre o seu próprio corpo. Nós não temos o direito, assegurado por lei, de pôr fim à nossa vida. Se assim não fosse, suicídio e eutanásia não seriam criminalizados – completou o pastor, que afirmou ainda que “a maioria dos abortos é fruto da promiscuidade e irresponsabilidade de homens e mulheres que fazem sexo sem proteção e com qualquer parceiro” e “depois, quando um filho é ‘concebido acidentalmente’, querem livrar-se do ‘fruto indesejado’ a qualquer custo”.
Malafaia listou ainda uma série de problemas enfrentados por mulheres que passaram por aborto, e afirmou que “os grupos favoráveis ao aborto costumam evocar situações de estupro ou de risco de morte da mulher”, casos que já são respaldados pela lei, e que não deveriam servir, segundo ele, “como argumento para a destruição de uma vida inocente”.
Por Dan Martins,

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Pastor Silas Malafaia critica postura de ativistas gays sobre indicação de Marco Feliciano para a Comissão de Direitos Humanos: “Vivem de privilégios”

Pastor Silas Malafaia critica postura de ativistas gays sobre indicação de Marco Feliciano para a Comissão de Direitos Humanos: “Vivem de privilégios”Após a definição de que o pastor Marco Feliciano (PSC-SP) presidiria a Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados, o pastor Silas Malafaia criticou abertamente a militância gay que tentou barrar a indicação.
No Twitter, Silas Malafaia parabenizou Marco Feliciano e pontuou que “existe diferença entre ativistas gays e homossexuais”, e que os militantes atenderiam a interesses políticos: “Os ativistas vivem de verbas de governos e estatais para chamar os outros de homofóbicos e conquistarem privilégios,acima dos outros cidadãos. Já os homossexuais querem apenas viver sua vida”.
twitter malafaia 1
twitter malafaia 2
Silas Malafaia disse ainda que ambos os lados podem se posicionar sobre o que pensam sobre a questão, pois isso faz parte da democracia: “Mesmo eu discordando deste comportamento, eles tem direito de serem, e eu, de discordar. Opinião não é crime, faz parte do estado democrático de direito”.
Para Malafaia, a ação em massa contra a indicação de Marco Feliciano se deu por medo da perda de privilégios: “Quem sempre comandou esta comissão foi o PT, sempre favorecendo os gays. Não quiseram, no acordo político, ficou com o PSC. [Agora] estão reclamando de quê? Se defendem tantos os gays, porque abriram mão da comissão? Os interesses inconfessáveis para assumir comissões que… Deixa pra lá”, escreveu o pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo.
Mediante às reações de internautas, Malafaia disse: “Quem não tem argumentos; xinga, fala o que não sabe, e fica a mercê da mídia. Tenho que viajar. Deus abençoe a todos, juntamente com sua família”.

Entrevista à jornal carioca

Já em entrevista na edição desta sexta-feira do jornal carioca ‘Extra’, do grupo Globo, o Pastor Silas Malafaia afirmou que, assim como Feliciano, é vítima de acusações de homofobia e de um “joguinho político de ativismo gay”. Segundo Malafaia, a comissão de Direitos Humanos e Minorias era ”terrivelmente parcial em favor da causa gay, com proteção e privilégios para um grupo social”, e disse esperar que o Pastor Marco “presida com cuidado. Espero que ele seja justo, ético, que não tenha proteção com a, com b ou com c. As convicções dele passam a ficar de lado”.
Ao ser perguntado sobre as acusações contra o deputado Marco Feliciano de ser homofóbico e racista, o Pastor Silas foi enfático ao questionar “qual o evangélico que matou um gay? Isso é conversa. Quem contraria os ativistas gays no Brasil é chamado de homofóbico”.
Por Tiago Chagas

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Xuxa comenta posse de Marco Feliciano como presidente da Comissão de Direitos Humanos: “Esse homem não é um religioso, é um monstro”

Xuxa comenta posse de Marco Feliciano como presidente da Comissão de Direitos Humanos: “Esse homem não é um religioso, é um monstro”

Nesta sexta feira (08) a apresentadora Xuxa Meneghel comentou em sua página oficial no Facebook sobre a indicação e posse do pastor Marco Feliciano como presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados.
Afirmando que o pastor não é um religioso, mas um monstro, a apresentadora criticou as opiniões do pastor a respeito dos negros, homossexuais e portadores do HIV. Pessoas que, segundo ela, o pastor teria afirmado não terem alma.
- Todo mundo sabe o quanto eu respeito todas as religiões, mas esse homem não é um religioso, é um monstro. Em nome de DEUS ele não pode ter poder – ressaltou Xuxa.
Xuxa criticou também as pregações do pastor voltadas para a teologia da prosperidade, e afirmou que é necessário fazer “alguma coisa”, pois Feliciano não poderia ser presidente da Comissão de Direitos Humanos. A apresentadora concluiu seu texto afirmando que o pastor não poderia ter esse espaço “para usar, pisar e denegrir o ser humano”, e que é um direito humano se proteger desse “tipo de pessoa”, que é como se referiu a Marco Feliciano.
Leia na íntegra a postagem feita pela apresentadora:
MEU DEUS !!!eu tava lendo agora sobre esse “pastor”….que DEUS nos ajude. Gente !!!! socorro ! Vamos fazer alguma coisa! esse “deputado disse que negros, aidéticos e homosexuais não tem alma. existem crianças com AIDS. Para este senhor elas não tem alma??????
O que é isso meu povo ?
E hj tá nos jornais que ele ainda , durante uma pregação, disse a um fiel , que “doou o cartão , mas não a senha . Aí não vale.Depois vai pedir milagre para Deus . Deus não vai dar e vai dizer que Deus é ruim “!!!!!!!!!
Todo mundo sabe o quanto eu respeito todas as religiões , mas esse homem não é um religioso, é um monstro .Em nome de DEUS ele não pode ter poder ….
Religiosos ( padres, pastores, evangélicos) todos os religiosos todos sabem que o que ele fala e “prega” está errado .
como vamos nos proteger deste tipo de pessoa .
Esta pessoa não pode ser presidente da comissão de direitos humanos. Ele não pode ter este espaço para usar, pisar e denegriro ser humnano…esse é o direito de nós, humanos nos protegermos desse tipo de pessoa.
Por Dan Martins, 
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Ativistas GLBTT organizam atos de repúdio para que Marco Feliciano deixe Comissão de Direitos Humanos


Ativistas GLBTT organizam atos de repúdio para que Marco Feliciano deixe Comissão de Direitos Humanos

A posse do deputado e pastor Marco Feliciano ao cargo de presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados tem causado uma série de reações em todo o país, sobretudo nas redes sociais, onde pessoas comuns e celebridades, como a Xuxa, têm apresentado sua opinião contrária à nomeação, e organizado atos de repúdio ao pastor.
Através do Facebook, várias manifestações estão sendo organizadas pelo país, sobretudo por ativistas GLBTT, como forma de exigir que Feliciano deixe o cargo, a maioria deles marcados para acontecer nesse sábado (09). Em São Paulo, onde o ato está marcado para acontecer às 14h na Avenida Paulista, na região central da cidade, mais de 22 mil pessoas já haviam confirmado presença na página do evento na rede social, até o fechamento dessa matéria.
ato-repudio-feliciano
Justificando o motivo para as mobilizações contra Feliciano, os organizadores do ato em São Paulo afirmam que “as declarações racistas e homofóbicas do citado deputado ferem a ética política necessária à reputação daquele que coordenaria um órgão zelador dos direitos humanos”.
Segundo o jornal Folha de S. Paulo, já existem mobilizações de manifestação em cerca de 10 cidades, tendo atos convocados no Rio, em Porto Alegre, em Salvador, em Feira de Santana, em Fortaleza, em Juiz de Fora, em Uberlândia, em Curitiba, em Brasília e até em Buenos Aires, na Argentina.
Em imagem publicada por mobilizadores da manifestação na cidade de Natal (RN), o pastor Marco Feliciano é comparado a Adolf Hitler, em uma montagem na qual aparece com um bigode igual ao do ditador, e com uma suástica nazista ao fundo.
ato-repudio-feliciano-hitler
Além das manifestações marcadas para acontecer no sábado, diversos ativistas do movimento gay, e também políticos se manifestaram contra o pastor evangélico, protestaram durante a sessão que confirmou Feliciano como presidente da comissão. Os deputados Domingos Dutra (PT-MA), Chico Alencar (PSOL-RJ) e Jean Wyllys (PSOL-RJ) deixaram a sessão antes mesmo do início da votação, como forma de protesto, e diversos manifestantes chegaram a se deitar nos corredores da Câmara.
Veja fotos dos protestos na Câmara:
manifestação-Feliciano-5
manifestação-Feliciano-4
manifestação-Feliciano-3
manifestação-Feliciano-2
manifestação-Feliciano-1
Por Dan Martins,
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sexta-feira, 8 de março de 2013

Pastor Marco Feliciano é o novo presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara; Confira o discurso da posse e a oração emocionada

Pastor Marco Feliciano é o novo presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara; Confira o discurso da posse e a oração emocionada

Após a formalidade da votação sobre a aceitação da posse do pastor Marco Feliciano como presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados, o líder evangélico concedeu uma entrevista coletiva onde desabafou sobre toda a polêmica de sua indicação pelo PSC para assumir a comissão.
A posse do Feliciano aconteceria ontem, quarta-feira (7 de março), mas um tumulto generalizado ocasionado pelos protestos de ativistas gays, negros e de religiões afro acabou adiando a sessão. Nesta quinta, já sem os manifestantes, o pastor foi eleito com 11 dos 17 votos possíveis da comissão. O então presidente da comissão, deputado Domingos Dutra e os representantes dos partidos PT, PSOL e PSB se retiraram da votação tentando obstrui-la, mas a manobra não teve êxito já que conseguiram somente seis abstenções e o pastor precisava de pelo menos 10 votos a favor (confira outras manobras dos militantes de oposição para retirar o pastor da presidência da CDHM).
Em seu discurso a imprensa o pastor Marco Feliciano se emocionou e foi aplaudido por membros de seu partido e outros deputados apoiadores. O deputado rebateu as acusações de que seria racista afirmando que sua mãe seria negra e assim ele também seria, e disse que há alguns anos atrás sua esposa grávida perdeu um filho por ter ficado cinco horas em uma fila para ser atendida pelo SUS.
O novo presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias lamentou a ameaça do deputado e militante gay Jean Wyllys de deixar a CDHM e revelou que procurou o ex BBB para tentar unir forças e aproximar os cristãos dos gays. “(…) muito triste não vê-lo aqui, porque ele tem uma bandeira e a sua bandeira é legítima”, disse o Pastor Marco.

Vídeo: Discurso do presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, o Pastor Marco Feliciano

Após a oficialização da posse de Marco Feliciano como presidente da CDHM, a assessoria de imprensa do deputado criou um vídeo onde mostra o pastor e outros deputados e assessores orando dentro de um dos gabinetes da Câmara. Assista:
Veja também a opinião do Dr Rubens Teixeira, bacharel em direito pela URFJ, sobre as críticas e a escolha do Pastor Marco Feliciano para presidir a CDHM.
Por Renato Cavallera
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Pastor Silas Malafaia fala sobre aborto: “É fruto da promiscuidade e irresponsabilidade”

Pastor Silas Malafaia fala sobre aborto: “É fruto da promiscuidade e irresponsabilidade”O pastor Silas Malafaia falou essa semana sobre um dos temas mais polêmicos e controversos da atualidade. Em um texto intitulado “Por que os cristãos são contra o aborto?”, o líder da igreja Assembleia de Deus Vitoria em Cristo, discorreu sobre suas opiniões e visão bíblica sobre o tema.

O pastor defende que abortar um ser humano é, na verdade, assassinato, e afirma que a maioria dos casos abortos é fruto da promiscuidade e irresponsabilidade. Afirmando não se tratar de uma questão apenas teológica, Malafaia disse ainda que combater o aborto é “uma questão de vida humana”.
Afirmando que as únicas diferenças entre um óvulo fecundado e um bebê são “o tempo de vida, o tamanho e a forma, o desenvolvimento e o tipo de nutrição”, o pastor afirma que mesmo antes de nascer, o feto já é um ser humano.
- O zigoto tem apenas alguns dias de existência, é minúsculo e ainda não se desenvolveu o suficiente para parecer um ser humano, mas é tão humano quanto eu e você, porque possui todas as informações genéticas para crescer e desenvolver-se como tal – declara.
O pastor atacou também os defensores do abordo que afirmam que a prática é um direito da mulher, por se tratar de um procedimento executado em seu próprio corpo. Segundo Silas Malafaia, essa colocação é errada, pois o feto não é uma mera extensão do corpo da mãe.
- Para aqueles que defendem o aborto com base na alegação de que a mulher tem o direito de pôr fim à gestação de um filho indesejado porque ela é senhora do seu próprio corpo, eu gostaria de lembrar que o feto não é uma extensão da mãe. Embora precise do útero dela e tenha uma relação simbiótica com ela, o feto é um ser independente. Logo, ela não tem o direito de tirar-lhe a vida. – afirmou Malafaia.
- Além disso, nenhum ser humano tem o poder absoluto sobre o seu próprio corpo. Nós não temos o direito, assegurado por lei, de pôr fim à nossa vida. Se assim não fosse, suicídio e eutanásia não seriam criminalizados – completou o pastor, que afirmou ainda que “a maioria dos abortos é fruto da promiscuidade e irresponsabilidade de homens e mulheres que fazem sexo sem proteção e com qualquer parceiro” e “depois, quando um filho é ‘concebido acidentalmente’, querem livrar-se do ‘fruto indesejado’ a qualquer custo”.
Malafaia listou ainda uma série de problemas enfrentados por mulheres que passaram por aborto, e afirmou que “os grupos favoráveis ao aborto costumam evocar situações de estupro ou de risco de morte da mulher”, casos que já são respaldados pela lei, e que não deveriam servir, segundo ele, “como argumento para a destruição de uma vida inocente”.
Por Dan Martins
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Dia Internacional da Mulher


Que Deus nos abençoe não só neste dia, mas em todo o ano!!!

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